Publicada em 19/11/2012 às 00h00. Atualizada em 19/11/2012 às 09h44

Você sabe a diferença entre Entorse, Luxação e Fratura?

Confira as diferenças e os tratamentos mais adequados.

CONTEÚDO HOMOLOGADO Bahiana
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São tipos de lesões encontradas no dia a dia, geralmente de pequena gravidade, mas que podem causar danos a vasos sanguíneos e nervos e até mesmo sangramento com possível choque. As causas mais comuns são acidentes automobilísticos, quedas e acidentes esportivos. Saiba como diferenciar os três tipos de traumas.

Entorse: é a torção de uma articulação, com lesão dos ligamentos (estruturas que ligam um osso a outro, nas articulações), sendo que os ligamentos podem sofrer ruptura total ou parcial. Suas causas se dão por conta de irregularidade do solo, uso de sapatos altos e saltos estreitos e determinadas formas de andar. Seus sinais e sintomas são: dor intensa no local, inchaço, deformidade, dificuldade para movimentar, hematoma.

O tratamento se dá com repouso do local lesionado, aplicação de gelo envolvido no saco plástico (não se esquecendo de proteger a pele com uma toalha ou pano porque o gelo pode queimar) e elevar o membro para reduzir o inchaço.
            
Luxação:  é quando a extremidade de um osso é deslocada de seu lugar.   A dor e inchaço acontecem imediatamente após a lesão. Normalmente é impossível realizar algum movimento.
 
O tratamento consiste na aplicação de gelo (envolvido no saco plástico) para reduzir a dor e o inchaço.



 

 Fratura: é a quebra da continuidade do osso. Pode apresentar-se de dois tipos:  fechada ou simples (a pele permanece intacta, sem ferimentos em volta) e aberta ou composta (a pele está danificada e o osso pode ficar exposto ou não). Os locais mais acometidos são a clavícula, punho e fêmur. Apresentam sinais e sintomas como inchaço, dor, sangramento, incapacidade para a movimentação, hematoma. A melhor maneira de evitar dores e complicações é realizar a imobilização. Ainda em casa ou em locais fora do ambiente hospitalar, podemos solicitar à vítima que não movimente o membro afetado, chamar o Serviço de Emergência (SAMU 192) ou levá-lo a uma unidade de saúde. Podem-se utilizar alguns objetos para manter o membro afetado imobilizado: tábuas, pranchas de natação, cadernos, entre outros. O mais importante é não movimentá-lo e não usar tiras apertadas, pois podem constringir a circulação.

Referências:

Referência:


SANTOS R.R., CANETTI M.D., RIBEIRO JÚNIOR C., ALVAREZ F.S. Manual de socorro de emergência. Ed. Atheneu – 2000.

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Autor(es)

  • Marilaine Menezes Ferreira / COREN-Ba 32591

    Enfermeira, mestre; docente nos componentes curriculares de Primeiros Socorros e Paciente Crítico do curso de Enfermagem da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública. Docente orientadora da Liga Acadêmica de Primeiros Socorros.

  • Liga Acadêmica de Primeiros Socorros

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